Andradinense recebe “Prêmio Mulheres de Ouro” 2026
O prêmio dá visibilidade às conquistas dessas personalidades inspirando outras mulheres a acreditarem em seus sonhos
Divulgação
A artista, pesquisadora e produtora cultural, andradinense Danielle Agostinho (44) recebeu o Prêmio “Mulheres de Ouro” 2026. O Prêmio Regional é uma reconhecida premiação criada para valorizar, celebrar e homenagear mulheres que se destacam em suas áreas de atuação dentro da região.
Realizado pelo Instituto CEEFIS " (Centro de Estudos de Excelência Física), o prêmio está em sua terceira edição e já concedeu mais de 500 honrarias, destacando trajetórias inspiradoras, conquistas profissionais e ações de impacto social lideradas por mulheres.
O prêmio promovido pelo “Instituto Ceefis é uma iniciativa que reconhece e valorizar a força e o “brilho das mulheres”. O Instituto CEEFIS também desenvolve outras atividades nas áreas de esporte, lazer e capacitação.
“O Mulheres de Ouro" é um evento anual que homenageia mulheres de diversas áreas, desde o âmbito doméstico ao profissional de destaque, celebrando suas conquistas e contribuições. A iniciativa celebra a diversidade de talentos femininos — de líderes comunitárias a empreendedoras, profissionais liberais, artistas, educadoras e agentes transformadoras que fazem diferença no dia a dia de suas comunidades”, explicou o coordenador do instituto Kleber Cândido.
O cerimônia oficial está previsto para ocorrer ainda em março.
Ao saber da premiação Danielle disse se sentir recompensada por anos de estudos e trabalho neste seguimento. “Comecei a fazer teatro na escola Josepha de Jesus Carreira, depois me integrei ao grupo de teatro "Quando Dá" em Andradina e nunca mais pude abandonar as artes cênicas, que virou meu instrumento de expressão e luta contra as desigualdades sociais”, disse.
A homenageada
Daniele Agostinho é formada em Artes Cênicas pelo SENAC, Artes da Performance pela UNESP, Graduada em Ciências Sociais pela UNICID e Especialização na UFSJ.
Iniciou no teatro amador em Andradina, com o grupo “Quando Dá”, em São Paulo fez “Sem Medo de Ser Feliz” (Direção de Jorge Julião e Coordenação de José Renato, em 2005 integrou-se ao Arlequins da Cooperativa Paulistade Teatro sob a Direção de Sérgio Santiago e atuou no espetáculo “Pra Não dizer que Não falei das Flores”, fez produção e assessoria de imprensa, realizando um projeto de formação de público atingindo mais de 12.000 espectadores, foi produtora executiva do documentário do projeto “Os Filhos da Dita”. Pesquisadora das Técnicas de Rudolf Laban, Voz na Vertical (João Ribeiro), a Biomecânica de Meyerhold (Yedda Carvalho Chaves e BrunoGarcia) e Máscara Neutra (Vinícius Carvalho).
Foi produtora executiva do Projeto Sobreviventes Pela Paz nos espetáculos “Os três sobreviventes de Hiroshima” e “O Legítimo Pai da Bomba Atômica” contemplados pelo Prêmio Zé Renato da Prefeitura de São Paulo e também do Livro Infanto-juvenil “Kaya, uma história de representatividade de autoria de Mercia Magalhães, e da audiosérie “José Flores, “Um Herói dos Brasis de Márcio Soares”, ambos contemplados pelo PROAC/2021, em 2024 produziu e dirigiu o Curta Documentário “Amor é Trabalho”, 2025 fez a produção e articulação do Projeto de Resgate de Memória “Lea Silva Moraes” e produziu e interpretou no projeto de Cantigas de Roda CANTAILHA.
Pesquisadora sobre a Ditadura Militar Brasileira, por meio do Arquivo Nacional, e organizou os encontros abertos ao público com Paulo Arantes (DFUSP), Iná Camargo Costa (USP), Ivan Seixas (Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum Permanente de ex-Presos e Perseguidos Políticos/SP) e Ana Martins, Economia com Antonio Tadachi e Luiz Carlos Scapi.
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